Área do Associado (em manutenção)
Sérgio Viscardi – Em 2017, tive a oportunidade de visitar a Indochina (Vietnã, Cambodja, Laos) Tailândia e outros países da Ásia. Foram 48 dias de aprendizado em outras culturas. Como motociclista, não pude deixar de observar .o impressionante volume de motocicletas que circulam nas grandes cidades asiáticas e a aparente harmonia no trânsito. Mesmo com um número muito elevado de veículos de duas rodas, a fluidez do tráfego, em meio ao que poderíamos considerar um “caos organizado”, era notável.
A experiência foi particularmente marcante em Hanói, no Vietnã. Com o espírito de um bom observador, em Hanói, aos domingos, eu ficava em um restaurante numa das esquinas da praça principal para tomar smoothie (o melhor que já tomei na vida) e acompanhar atentamente os impressionantes deslocamentos de condutores de duas rodas e, apesar da ausência de sinalizações claras ou fiscalização ostensiva, não presenciei um único acidente e ainda aprendi a atravessar a rua sem ser atropelado.
E as perguntas que me fazia no início da viagem – Como não causam acidentes? Como é possível atravessar a rua entre tantas scooters que continuam andando e sem acidentes? – persistiam.
Como único veículo possível, lá ia a família de até cinco seres humanos em uma scooter, obedecendo a faixa etária de seus ocupantes. Na frente, pisando em um suporte de madeira, o menor, e põe menor nisto, e assim por diante e claro naquele entrevero de scooters. [LEIA MAIS]
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