{"id":5921,"date":"2026-10-30T10:16:49","date_gmt":"2026-10-30T13:16:49","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/?p=5921"},"modified":"2026-10-30T10:16:49","modified_gmt":"2026-10-30T13:16:49","slug":"novas-tecnologias-de-mobilidade-ampliam-desafios-para-a-industria-de-lubrificantes-aponta-simposio-da-aea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/destaques\/novas-tecnologias-de-mobilidade-ampliam-desafios-para-a-industria-de-lubrificantes-aponta-simposio-da-aea","title":{"rendered":"Novas tecnologias de mobilidade ampliam desafios para a ind\u00fastria de lubrificantes, aponta simp\u00f3sio da AEA"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li><em><strong>Evento reuniu especialistas para discutir eletrifica\u00e7\u00e3o, biocombust\u00edveis, efici\u00eancia energ\u00e9tica e novas exig\u00eancias para os fluidos automotivos<\/strong><\/em><\/li>\n<li><em><strong>AEA defende inclus\u00e3o dos fluidos automotivos no MOVER e maior integra\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastria, montadoras e centros de pesquisa<\/strong><\/em><\/li>\n<li><em><strong>Premia\u00e7\u00e3o SIMEA 2026 reconheceu dez trabalhos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos de destaque na engenharia automotiva<\/strong><\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>30\/10\/2026<\/strong> \u2013 A transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade est\u00e1 ampliando as exig\u00eancias sobre lubrificantes, aditivos e fluidos automotivos, que assumem fun\u00e7\u00f5es cada vez mais importantes na efici\u00eancia energ\u00e9tica, na seguran\u00e7a e na durabilidade dos ve\u00edculos. Esse foi um dos principais temas do XIX Simp\u00f3sio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos, realizado pela AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, em 27 de outubro, no Millenium Center, em S\u00e3o Paulo (SP).<\/p>\n<p>Com o tema \u201cEcossistema da Mobilidade: Conectando Pessoas, Tecnologia e Sustentabilidade\u201d, o encontro reuniu especialistas da ind\u00fastria, representantes de montadoras, fornecedores e institui\u00e7\u00f5es de pesquisa para discutir os desafios tecnol\u00f3gicos, econ\u00f4micos e regulat\u00f3rios do setor, em um cen\u00e1rio marcado pela conviv\u00eancia entre motores a combust\u00e3o, ve\u00edculos h\u00edbridos e el\u00e9tricos, al\u00e9m do avan\u00e7o dos combust\u00edveis renov\u00e1veis.<\/p>\n<p>Na abertura, o presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar, e a diretora de Lubrificantes da entidade, Roberta Teixeira, destacaram a import\u00e2ncia da inova\u00e7\u00e3o e da colabora\u00e7\u00e3o entre os diferentes segmentos da cadeia automotiva para o desenvolvimento de solu\u00e7\u00f5es adequadas \u00e0s necessidades da mobilidade brasileira.<\/p>\n<p>A evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica tamb\u00e9m ocorre em um mercado com perspectivas de crescimento. Segundo dados apresentados por S\u00e9rgio Reb\u00ealo, da FactorK, o consumo brasileiro de lubrificantes, atualmente estimado em 1,7 milh\u00e3o de metros c\u00fabicos anuais, poder\u00e1 alcan\u00e7ar 2,2 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos em 2035. Ao mesmo tempo, o Pa\u00eds enfrenta o desafio da depend\u00eancia externa de \u00f3leos b\u00e1sicos, mat\u00e9rias-primas essenciais para a fabrica\u00e7\u00e3o desses produtos.<\/p>\n<p>Essa depend\u00eancia ganha import\u00e2ncia diante das exig\u00eancias t\u00e9cnicas dos lubrificantes mais modernos. Rafael Ribeiro, da Chevron Oronite, destacou que os \u00f3leos b\u00e1sicos do Grupo III s\u00e3o fundamentais para determinadas formula\u00e7\u00f5es de baixa viscosidade, voltadas \u00e0 efici\u00eancia energ\u00e9tica. Segundo o especialista, a substitui\u00e7\u00e3o desses insumos em situa\u00e7\u00f5es de restri\u00e7\u00e3o de oferta exige avalia\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e, em alguns casos, novos testes e homologa\u00e7\u00f5es para assegurar o desempenho dos produtos e o atendimento \u00e0s especifica\u00e7\u00f5es das montadoras.<\/p>\n<p><strong>Novas tecnologias exigem solu\u00e7\u00f5es espec\u00edficas<\/strong> \u2013 A eletrifica\u00e7\u00e3o foi um dos temas centrais das discuss\u00f5es. Nos ve\u00edculos h\u00edbridos, o funcionamento intermitente dos motores a combust\u00e3o e as temperaturas mais baixas de opera\u00e7\u00e3o criam condi\u00e7\u00f5es diferentes das encontradas nos ve\u00edculos convencionais, exigindo maior prote\u00e7\u00e3o contra desgaste, corros\u00e3o e contamina\u00e7\u00e3o do \u00f3leo por \u00e1gua e combust\u00edvel.<\/p>\n<p>J\u00e1 nos ve\u00edculos totalmente el\u00e9tricos, os fluidos assumem novas fun\u00e7\u00f5es, especialmente no gerenciamento t\u00e9rmico de baterias, motores e componentes eletr\u00f4nicos. Especialistas da Lubrizol, Richful e Infineum abordaram a necessidade de desenvolver formula\u00e7\u00f5es e m\u00e9todos de avalia\u00e7\u00e3o espec\u00edficos para essas aplica\u00e7\u00f5es, considerando fatores como transfer\u00eancia de calor, propriedades el\u00e9tricas e compatibilidade com materiais.<\/p>\n<p>Os desafios tamb\u00e9m se estendem \u00e0s novas alternativas de propuls\u00e3o. Robert Wulff, da alem\u00e3 APL, apresentou resultados de uma pesquisa realizada em parceria com a TotalEnergies sobre lubrificantes para motores a combust\u00e3o movidos a hidrog\u00eanio. Em determinadas condi\u00e7\u00f5es de teste, uma formula\u00e7\u00e3o espec\u00edfica reduziu em at\u00e9 100 vezes a emiss\u00e3o de part\u00edculas, demonstrando o potencial de desenvolvimento de produtos adaptados a essa tecnologia.<\/p>\n<p>O avan\u00e7o dos biocombust\u00edveis trouxe outra dimens\u00e3o ao debate. Alexandre Melo, da S&amp;P Global Energy, destacou que o Brasil possui capacidade instalada de aproximadamente 15,5 milh\u00f5es de metros c\u00fabicos anuais de biodiesel, com ociosidade estimada em pelo menos 30%. Apesar desse potencial, a amplia\u00e7\u00e3o da mistura ao diesel depende de avalia\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, decis\u00f5es regulat\u00f3rias e condi\u00e7\u00f5es de mercado.<\/p>\n<p>Os impactos de maiores teores de biodiesel sobre o funcionamento dos motores e o desempenho dos lubrificantes foram abordados por especialistas da Afton Chemical e da Vibra Energia. As apresenta\u00e7\u00f5es inclu\u00edram resultados de testes com misturas de at\u00e9 50% de biodiesel, al\u00e9m de experi\u00eancias voltadas \u00e0 redu\u00e7\u00e3o do consumo de combust\u00edvel e das emiss\u00f5es em equipamentos agr\u00edcolas e de minera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>AEA defende inclus\u00e3o dos fluidos automotivos no MOVER<\/strong> \u2013 Entre as iniciativas apresentadas durante o simp\u00f3sio, ganhou destaque o trabalho desenvolvido pela Comiss\u00e3o T\u00e9cnica da AEA, em conjunto com o Sindicom, para ampliar a participa\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de fluidos automotivos no Programa Mobilidade Verde e Inova\u00e7\u00e3o (MOVER).<\/p>\n<p>Carolina Silva, da Infineum e que faz parte da Comiss\u00e3o T\u00e9cnica da AEA, apresentou o estudo que fundamenta o pleito encaminhado ao Minist\u00e9rio do Desenvolvimento, Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7os (MDIC). A proposta busca o reconhecimento das atividades de pesquisa, desenvolvimento, testes e homologa\u00e7\u00f5es de fluidos automotivos nos mecanismos de incentivo do programa, considerando sua contribui\u00e7\u00e3o para a efici\u00eancia energ\u00e9tica, a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es e a durabilidade dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>A necessidade de avan\u00e7os regulat\u00f3rios tamb\u00e9m foi discutida na apresenta\u00e7\u00e3o de Fernanda Ribeiro, da Iconic, sobre a qualidade dos fluidos de arrefecimento. Embora existam normas t\u00e9cnicas brasileiras para esses produtos, seu cumprimento n\u00e3o \u00e9 obrigat\u00f3rio de forma geral. A especialista informou que um grupo de trabalho do Sindicom pretende avaliar, em 2027, entre 50 e 75 amostras dispon\u00edveis no mercado de reposi\u00e7\u00e3o, com o objetivo de subsidiar discuss\u00f5es sobre requisitos de qualidade e fiscaliza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre tecnologia, sustentabilidade e comportamento da popula\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi abordada por Patr\u00edcia Pavanelli, da Ipsos. A especialista apresentou resultados de uma pesquisa que revela que, embora 67% dos brasileiros estejam dispostos a mudar seus h\u00e1bitos de transporte para reduzir as emiss\u00f5es, apenas 36% consideram os ve\u00edculos el\u00e9tricos atraentes, percentual inferior \u00e0 m\u00e9dia global de 47%. O levantamento tamb\u00e9m aponta a import\u00e2ncia da infraestrutura de recarga e da qualidade do transporte p\u00fablico, mostrando que a transi\u00e7\u00e3o para uma mobilidade mais sustent\u00e1vel depende n\u00e3o apenas de avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos, mas tamb\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es que viabilizem sua ado\u00e7\u00e3o pela popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O painel dedicado \u00e0 vis\u00e3o das montadoras sobre a mobilidade do futuro, mediado por Margareth Carvalho, da AEA, reuniu Everton Lopes, da Mahle, Paulo Jorge, da Mercedes-Benz, e Raquel Mizoe, da General Motors. Os participantes destacaram que a diversidade de tecnologias de propuls\u00e3o exige maior integra\u00e7\u00e3o entre montadoras, fornecedores e centros de pesquisa desde as etapas iniciais de desenvolvimento dos ve\u00edculos.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m defenderam maior previsibilidade regulat\u00f3ria e solu\u00e7\u00f5es capazes de conciliar descarboniza\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a, efici\u00eancia e competitividade. Para os debatedores, os lubrificantes e fluidos ter\u00e3o papel cada vez mais estrat\u00e9gico nesse processo, contribuindo diretamente para o desempenho das novas tecnologias.<\/p>\n<p><strong>Premia\u00e7\u00e3o SIMEA 2026 reconhece trabalhos de destaque da engenharia automotiva<\/strong> \u2013 O encerramento do simp\u00f3sio foi marcado pela divulga\u00e7\u00e3o dos vencedores da Premia\u00e7\u00e3o SIMEA 2026, que reconhece trabalhos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos de destaque na engenharia automotiva. Nesta edi\u00e7\u00e3o, cerca de 130 trabalhos foram propostos, dos quais 120 foram aprovados. A avalia\u00e7\u00e3o envolveu aproximadamente 60 especialistas, e cerca de 60 estudos foram apresentados durante o SIMEA 2026 e posteriormente disponibilizados online.<\/p>\n<p>O pr\u00eamio de Melhor Trabalho foi concedido ao estudo \u201cEspecia\u00e7\u00e3o de hidrocarbonetos nas emiss\u00f5es de um ve\u00edculo flex-fuel Proconve L8 com gasolina E22 e etanol hidratado\u201d, na categoria Emiss\u00f5es e Poluentes Veiculares e elaborado por profissionais da Petrobr\u00e1s.<\/p>\n<p>Outros nove trabalhos receberam Men\u00e7\u00e3o Honrosa, distribu\u00eddos por sete categorias:<\/p>\n<p><strong>Bem-estar \/ Conforto Embarcado<\/strong> \u2013 \u201cDesenvolvimento e otimiza\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es para a redu\u00e7\u00e3o da contribui\u00e7\u00e3o do ru\u00eddo radiado pelo sistema de admiss\u00e3o em motor aspirado\u201d \u2014 Volkswagen e Vibroac\u00fastica.<\/p>\n<p><strong>Combust\u00edveis e Lubrificantes Convencionais e Alternativos<\/strong> \u2013 \u201cAvalia\u00e7\u00e3o de misturas com alto teor de biodiesel em motores diesel para caminh\u00f5es fora de estrada em banco de ensaios dinamom\u00e9trico\u201d \u2014 Vale e Faculdade de Engenharia Mau\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Din\u00e2mica e Controle Veicular<\/strong> \u2013 \u201cOtimiza\u00e7\u00e3o da troca de marchas usando algoritmos gen\u00e9ticos e redes neurais\u201d \u2014 Unicamp.<\/p>\n<p><strong>Emiss\u00f5es e Poluentes Veiculares<\/strong> \u2013 \u201cDevelopment of TWC Catalysts to meet PROCONVE L-8 Bin30 target for EtOH blend fuel vehicles\u201d.<br \/>\n\u201cEstrat\u00e9gia de light-off e desafios associados a motores GDI turbo flex de baixa cilindrada no Brasil \u2013 do PL6 ao PL8+\u201d \u2014 FEV.<\/p>\n<p><strong>Gerenciamento de Energia e Powertrain Avan\u00e7ados<\/strong> \u2013 \u201cBancada dinamom\u00e9trica para emular estrat\u00e9gias de hibridiza\u00e7\u00e3o\u201d \u2014 Volkswagen e Unicamp.<br \/>\n\u201cOtimiza\u00e7\u00e3o da geometria da antena para igni\u00e7\u00e3o assistida por plasma de micro-ondas em motores de combust\u00e3o interna\u201d \u2014 USP.<\/p>\n<p><strong>Manufatura, Materiais e Mitiga\u00e7\u00e3o de Peso Embarcado<\/strong> \u2013 \u201cImpacto da corrente el\u00e9trica em tribossistemas eletrificados: estudo em AISI 4140 nitretado\u201d \u2014 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<\/p>\n<p><strong>Transforma\u00e7\u00e3o Digital<\/strong> \u2013 \u201cATLAS: plataforma de sincroniza\u00e7\u00e3o de dados de bancada e ECU com interface gr\u00e1fica\u201d \u2014 Mahle.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Divulga\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nTextofinal de Comunica\u00e7\u00e3o Integrada<br \/>\nTel.: (11) 99940.7906<br \/>\ntextofinal@textofinal.com<br \/>\nKoichiro Matsuo \u2013 k.matsuo@textofinal.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento reuniu especialistas para discutir eletrifica\u00e7\u00e3o, biocombust\u00edveis, efici\u00eancia energ\u00e9tica e novas exig\u00eancias para os fluidos automotivos AEA defende inclus\u00e3o dos fluidos automotivos no MOVER e maior integra\u00e7\u00e3o entre ind\u00fastria, montadoras e centros de pesquisa Premia\u00e7\u00e3o SIMEA 2026 reconheceu dez trabalhos t\u00e9cnicos e cient\u00edficos de destaque na engenharia automotiva 30\/10\/2026 \u2013 A transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade est\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5923,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5921","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5921","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5921"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5921\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5924,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5921\/revisions\/5924"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5921"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5921"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5921"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}