{"id":5800,"date":"2026-09-28T09:08:52","date_gmt":"2026-09-28T12:08:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/?p=5800"},"modified":"2026-09-28T09:08:52","modified_gmt":"2026-09-28T12:08:52","slug":"seminario-de-aea-aponta-competitividade-e-tecnologia-como-caminhos-para-ampliar-producao-local","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/sem-categoria\/seminario-de-aea-aponta-competitividade-e-tecnologia-como-caminhos-para-ampliar-producao-local","title":{"rendered":"Semin\u00e1rio de AEA aponta competitividade e tecnologia como caminhos para ampliar produ\u00e7\u00e3o local"},"content":{"rendered":"<p><em>Com o tema \u201cLocaliza\u00e7\u00e3o J\u00e1\u201d, encontro debateu desenvolvimento de fornecedores, inova\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia externa da ind\u00fastria automotiva<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><em>Custos, log\u00edstica, ciberseguran\u00e7a e instrumentos de pol\u00edtica industrial estiveram entre os fatores discutidos para viabilizar novos investimentos no Pa\u00eds<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional de pe\u00e7as, componentes e sistemas automotivos passa pelo desenvolvimento de fornecedores e compet\u00eancias tecnol\u00f3gicas no Pa\u00eds, mas depende tamb\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es que tornem esses investimentos competitivos e sustent\u00e1veis. Essa foi uma das principais conclus\u00f5es da 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Semin\u00e1rio de Manufatura, realizado em 24 de setembro, com o tema \u201cLocaliza\u00e7\u00e3o J\u00e1\u201d.<\/p>\n<p>Promovido pela AEA &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, o encontro reuniu representantes de montadoras, fabricantes de componentes, entidades industriais e especialistas para discutir os obst\u00e1culos e oportunidades para ampliar o conte\u00fado local. Ao longo da programa\u00e7\u00e3o, os debates mostraram que a nacionaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o se resume \u00e0 substitui\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as importadas: envolve escala de produ\u00e7\u00e3o, custos, log\u00edstica, desenvolvimento tecnol\u00f3gico, capacita\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a da cadeia de suprimentos e instrumentos capazes de apoiar novos investimentos.<\/p>\n<p>Na abertura do semin\u00e1rio, Marcus Vinicius Aguiar, presidente da AEA, destacou que a entidade mant\u00e9m, ao longo de seus 42 anos, o compromisso de considerar as diferentes tecnologias em benef\u00edcio da sociedade, ao mesmo tempo em que atua na defesa da engenharia brasileira, dos fornecedores e dos fabricantes instalados no Pa\u00eds. Segundo ele, a escolha do tema \u201cLocaliza\u00e7\u00e3o J\u00e1\u201d reflete a import\u00e2ncia de discutir o futuro da ind\u00fastria automotiva nacional diante das transforma\u00e7\u00f5es do setor.<\/p>\n<p>Na introdu\u00e7\u00e3o aos debates, Fernando Villela, um dos coordenadores do evento e membro da AEA, observou que os conflitos comerciais e geopol\u00edticos, aliados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica e \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o, refor\u00e7am a necessidade de ampliar a produ\u00e7\u00e3o local. Ele apontou, por\u00e9m, obst\u00e1culos como complexidade tribut\u00e1ria, desafios log\u00edsticos, burocracia, falta de escala e escassez de m\u00e3o de obra especializada, que exigem uma atua\u00e7\u00e3o conjunta de montadoras, fornecedores, governo e demais agentes da cadeia produtiva.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Cadeias globais refor\u00e7am discuss\u00e3o sobre depend\u00eancia externa<\/strong><\/p>\n<p>Na palestra de abertura, Jefferson Gomes, diretor de Desenvolvimento Industrial da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI), defendeu que a nacionaliza\u00e7\u00e3o precisa partir de uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica das cadeias produtivas, capaz de identificar onde est\u00e3o as principais depend\u00eancias e oportunidades para o Brasil. Estudo apresentado durante o semin\u00e1rio aponta China, Estados Unidos e Alemanha como elos centrais da cadeia automotiva global e identifica uma depend\u00eancia cr\u00edtica e cr\u00f4nica do Brasil em \u00e1reas como baterias, motores e controles de velocidade, ao mesmo tempo em que indica oportunidades para o desenvolvimento de pesquisa e tecnologia no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Gomes tamb\u00e9m chamou a aten\u00e7\u00e3o para o potencial da economia circular dentro dessa estrat\u00e9gia. O mundo gerou 62 milh\u00f5es de toneladas de res\u00edduos eletr\u00f4nicos em 2022 e apenas 22,3% desse volume foi formalmente coletado e reciclado. O desperd\u00edcio de mat\u00e9rias-primas secund\u00e1rias n\u00e3o recuperadas \u00e9 estimado em US$ 62 bilh\u00f5es. Para o executivo, fortalecer a ind\u00fastria nacional passa por compreender essas vulnerabilidades, definir quais compet\u00eancias devem ser desenvolvidas localmente e articular investimentos em tecnologia, infraestrutura, forma\u00e7\u00e3o profissional e parcerias internacionais.<\/p>\n<p>Os desafios relacionados \u00e0 importa\u00e7\u00e3o de componentes foram abordados por Rejane Darold e Edison da Matta, do Sindipe\u00e7as, que discutiram o papel do Ex-Tarif\u00e1rio, mecanismo que permite reduzir temporariamente o imposto de importa\u00e7\u00e3o de autope\u00e7as sem produ\u00e7\u00e3o nacional equivalente. Segundo os dados apresentados, o setor automotivo conta atualmente com 10.556 Ex-Tarif\u00e1rios vigentes, ante 4.237 em 2022. Rejane defendeu que o instrumento seja utilizado de forma criteriosa e tempor\u00e1ria, para atender \u00e0s necessidades da ind\u00fastria sem desestimular investimentos na produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o mostrou ainda que as importa\u00e7\u00f5es de autope\u00e7as passaram de US$ 19,7 bilh\u00f5es, em 2013, para US$ 23,5 bilh\u00f5es, em 2025, enquanto a produ\u00e7\u00e3o brasileira de ve\u00edculos recuou de cerca de 3,7 milh\u00f5es para 2,6 milh\u00f5es de unidades no mesmo per\u00edodo. Para os representantes do Sindipe\u00e7as, quando utilizado de forma adequada, o Ex-Tarif\u00e1rio pode atuar como instrumento complementar da pol\u00edtica industrial, ajudando a identificar oportunidades de nacionaliza\u00e7\u00e3o, estimular investimentos e transfer\u00eancia de tecnologia e aproximar fabricantes locais das empresas que demandam esses componentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Nacionaliza\u00e7\u00e3o passa por conhecimento, escala e competitividade<\/strong><\/p>\n<p>Para Joel Boaretto, diretor de Ci\u00eancia e Tecnologia do Instituto Herc\u00edlio Randon (IHR), nacionalizar componentes n\u00e3o significa simplesmente reproduzir no Brasil produtos e processos desenvolvidos em outros pa\u00edses. Com sistemas cada vez mais complexos, a engenharia reversa e a reprodu\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es existentes perdem espa\u00e7o para o desenvolvimento de conhecimento e tecnologias pr\u00f3prias. Nesse processo, o executivo defendeu que a ind\u00fastria combine o aprimoramento cont\u00ednuo dos processos existentes com a capacidade de desenvolver inova\u00e7\u00f5es que diferenciem produtos e processos industriais.<\/p>\n<p>Boaretto tamb\u00e9m destacou que inova\u00e7\u00e3o precisa ser tratada como estrat\u00e9gia de longo prazo, apoiada na preserva\u00e7\u00e3o do conhecimento t\u00e9cnico e na capacita\u00e7\u00e3o das equipes. Segundo ele, a nacionaliza\u00e7\u00e3o deve envolver toda a cadeia, das mat\u00e9rias-primas aos fornecedores, sistemistas e montadoras, al\u00e9m das institui\u00e7\u00f5es de pesquisa, com capacita\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o em todos esses elos.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre conte\u00fado local e competitividade foi aprofundada por Ricardo Martins, Chief Administrative Officer &amp; VP da Hyundai. Para o executivo, a nacionaliza\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel deve ser consequ\u00eancia da competitividade da ind\u00fastria. Embora o Brasil disponha de mercado consumidor, engenharia e base industrial, custos de fornecedores, log\u00edstica, energia e capital acabam incorporados aos componentes e reduzem a atratividade da produ\u00e7\u00e3o local.<\/p>\n<p>Martins ressaltou que a prioridade n\u00e3o deve ser nacionalizar tudo, mas identificar os componentes cuja produ\u00e7\u00e3o local possa criar valor, reduzir riscos e aumentar a competitividade. Essa decis\u00e3o depende de escala, previsibilidade de demanda, tecnologia e condi\u00e7\u00f5es de financiamento capazes de justificar investimentos em ferramental e capacidade produtiva. No longo prazo, a estrat\u00e9gia deve buscar tamb\u00e9m escala regional e oportunidades de exporta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Log\u00edstica e compras entram na equa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os impactos da depend\u00eancia de componentes importados sobre a opera\u00e7\u00e3o das f\u00e1bricas foram apresentados por Luiz Luz, gerente de Engenharia Log\u00edstica e Prepara\u00e7\u00e3o Log\u00edstica da Volvo. Segundo ele, a localiza\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as pode reduzir estoques, custos log\u00edsticos e a exposi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o a interrup\u00e7\u00f5es externas. Dados apresentados pela empresa mostram que os componentes importados representam 80% da ocupa\u00e7\u00e3o do armaz\u00e9m e 87% do custo de estoque, enquanto, dentro do estoque de importados, 58% do valor est\u00e1 em tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>Luz mostrou ainda que o intervalo entre o pedido de uma pe\u00e7a importada e sua disponibiliza\u00e7\u00e3o pode chegar a 14 semanas, dependendo da origem. Para o executivo, a decis\u00e3o sobre produzir localmente deve considerar toda essa equa\u00e7\u00e3o, incluindo transporte, armazenagem, capital imobilizado e riscos de abastecimento. A estrat\u00e9gia de localiza\u00e7\u00e3o, portanto, contribui para aumentar a capacidade de resposta da opera\u00e7\u00e3o e a resili\u00eancia da cadeia de suprimentos.<\/p>\n<p>Sob a perspectiva da \u00e1rea de compras, Eliud Estrada, da Renault, destacou que a estrat\u00e9gia de nacionaliza\u00e7\u00e3o precisa acompanhar as mudan\u00e7as do mercado automotivo brasileiro, marcado pelo aumento das importa\u00e7\u00f5es, avan\u00e7o da eletrifica\u00e7\u00e3o e chegada de novas tecnologias. Segundo os dados apresentados, a participa\u00e7\u00e3o dos importados passou de cerca de 9% para 18% dos autom\u00f3veis em cinco anos, enquanto o mercado de ve\u00edculos eletrificados cresceu de 35 mil para 224 mil unidades anuais, das quais 61% s\u00e3o importadas. Nesse cen\u00e1rio, afirmou que localizar o ve\u00edculo do futuro exige desenvolver no Pa\u00eds n\u00e3o apenas componentes, mas tamb\u00e9m compet\u00eancias em \u00e1reas como eletrifica\u00e7\u00e3o, eletr\u00f4nica, software e conectividade.<\/p>\n<p>Estrada ressaltou que a decis\u00e3o de nacionalizar deve equilibrar competitividade, tecnologia, capacidade dos fornecedores, velocidade de industrializa\u00e7\u00e3o e riscos de abastecimento. Para o executivo, o objetivo \u00e9 avan\u00e7ar da montagem para uma capacidade industrial e tecnol\u00f3gica sustent\u00e1vel, integrando fornecedores locais e criando condi\u00e7\u00f5es para ganhar escala, inclusive por meio das exporta\u00e7\u00f5es. Nesse processo, a \u00e1rea de compras assume o papel de articular fornecedores com engenharia, manufatura, qualidade, finan\u00e7as e supply chain.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Digitaliza\u00e7\u00e3o traz novos riscos \u00e0 cadeia de fornecedores<\/strong><\/p>\n<p>A seguran\u00e7a dos sistemas industriais tamb\u00e9m entrou na pauta do semin\u00e1rio. Andr\u00e9 Pelisser, Engagement Manager de Ciberseguran\u00e7a da ETAS, empresa do Grupo Bosch, destacou que a digitaliza\u00e7\u00e3o das f\u00e1bricas e a amplia\u00e7\u00e3o da cadeia local de fornecedores aumentam a necessidade de proteger os sistemas industriais. Dados apresentados mostram que, em junho de 2026, organiza\u00e7\u00f5es brasileiras receberam em m\u00e9dia 4.000 tentativas de ciberataques por semana, ante 2.270 na m\u00e9dia global. Na an\u00e1lise espec\u00edfica de ransomware, a manufatura respondeu por 22% das v\u00edtimas, mais que o dobro do segundo setor mais atingido.<\/p>\n<p>Pelisser chamou aten\u00e7\u00e3o especialmente para os riscos associados \u00e0 cadeia de suprimentos: na Am\u00e9rica Latina e Caribe, 74% das viola\u00e7\u00f5es de ciberseguran\u00e7a analisadas envolveram terceiros, ante 48% globalmente. Segundo ele, fornecedores e prestadores de servi\u00e7os conectados aos sistemas de uma empresa podem ampliar a superf\u00edcie de exposi\u00e7\u00e3o a ataques, o que torna necess\u00e1rio incorporar requisitos de ciberseguran\u00e7a ao processo de homologa\u00e7\u00e3o e desenvolvimento de fornecedores. Entre as medidas apontadas est\u00e3o o controle dos acessos remotos, a separa\u00e7\u00e3o das redes administrativas e de produ\u00e7\u00e3o e a prepara\u00e7\u00e3o das equipes para responder a incidentes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pol\u00edtica industrial oferece instrumentos para novos investimentos<\/strong><\/p>\n<p>As oportunidades abertas pelas pol\u00edticas de incentivo \u00e0 inova\u00e7\u00e3o foram abordadas por Thiago Samarino, Head of Mobility Innovation da ABGi, e Higor Rocha, da FI Group. Samarino destacou o alcance do Programa Mover, que contempla investimentos em P&amp;D e tamb\u00e9m projetos de desenvolvimento e produ\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, relocaliza\u00e7\u00e3o de unidades e linhas industriais, reciclagem e economia circular. Na avalia\u00e7\u00e3o apresentada, esses instrumentos podem apoiar n\u00e3o apenas montadoras, mas diferentes empresas da cadeia na cria\u00e7\u00e3o de capacidade produtiva e tecnol\u00f3gica no Pa\u00eds.<\/p>\n<p>Rocha ressaltou que a inova\u00e7\u00e3o automotiva est\u00e1 cada vez mais distribu\u00edda pela cadeia, envolvendo montadoras, fabricantes de autope\u00e7as e sistemas, universidades, centros tecnol\u00f3gicos e startups. Segundo ele, mecanismos como Lei do Bem, Lei de TICs e linhas de financiamento podem ser combinados para apoiar diferentes etapas de uma mesma agenda de inova\u00e7\u00e3o. Pela Lei do Bem, por exemplo, a redu\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria pode chegar a 34% dos gastos com atividades de P&amp;D, ampliando a capacidade das empresas de investir no desenvolvimento local de tecnologias.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das discuss\u00f5es sobre os caminhos para ampliar a produ\u00e7\u00e3o e o desenvolvimento tecnol\u00f3gico no Pa\u00eds, o XI Semin\u00e1rio de Manufatura AEA tamb\u00e9m contemplou a premia\u00e7\u00e3o Destaques Novos Engenheiros e o an\u00fancio do 7\u00ba Desafio AEA, iniciativas voltadas ao est\u00edmulo e \u00e0 valoriza\u00e7\u00e3o de novos profissionais da engenharia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o tema \u201cLocaliza\u00e7\u00e3o J\u00e1\u201d, encontro debateu desenvolvimento de fornecedores, inova\u00e7\u00e3o e redu\u00e7\u00e3o da depend\u00eancia externa da ind\u00fastria automotiva \u00a0Custos, log\u00edstica, ciberseguran\u00e7a e instrumentos de pol\u00edtica industrial estiveram entre os fatores discutidos para viabilizar novos investimentos no Pa\u00eds &nbsp; A amplia\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o nacional de pe\u00e7as, componentes e sistemas automotivos passa pelo desenvolvimento de fornecedores [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5801,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5800","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-sem-categoria"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5800","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5800"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5800\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5802,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5800\/revisions\/5802"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5801"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5800"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5800"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5800"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}