{"id":5151,"date":"2025-10-24T16:37:20","date_gmt":"2025-10-24T19:37:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/?p=5151"},"modified":"2025-10-24T16:37:20","modified_gmt":"2025-10-24T19:37:20","slug":"simposio-de-lubrificantes-discute-papel-do-setor-na-nova-mobilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/destaques\/simposio-de-lubrificantes-discute-papel-do-setor-na-nova-mobilidade","title":{"rendered":"Simp\u00f3sio de Lubrificantes discute papel do setor na nova mobilidade"},"content":{"rendered":"<p><em>Evento da AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, ocorrido nesta quarta-feira, 22 de outubro, destaca sustentabilidade, eletrifica\u00e7\u00e3o, digitaliza\u00e7\u00e3o e lubrifica\u00e7\u00e3o como pilares da transforma\u00e7\u00e3o automotiva.<\/em><\/p>\n<p>24\/10\/2025 \u2013 Em um momento de transforma\u00e7\u00f5es profundas na mobilidade, o XVIII Simp\u00f3sio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos, promovido pela AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, reuniu em S\u00e3o Paulo especialistas da ind\u00fastria, do meio acad\u00eamico e do setor p\u00fablico para discutir os desafios e as oportunidades que moldam o futuro automotivo. Sob o tema \u201cMobilidade em Transforma\u00e7\u00e3o: Sustentabilidade, Eletrifica\u00e7\u00e3o, Digitaliza\u00e7\u00e3o e Lubrifica\u00e7\u00e3o\u201d, o evento destacou o papel estrat\u00e9gico dos lubrificantes na efici\u00eancia energ\u00e9tica, na durabilidade dos sistemas e na transi\u00e7\u00e3o para uma mobilidade mais limpa, conectada e inteligente.<\/p>\n<p>Na abertura, o presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar, ressaltou que a transforma\u00e7\u00e3o da mobilidade abre novas oportunidades para o setor de lubrificantes. \u201cMesmo com o avan\u00e7o da eletrifica\u00e7\u00e3o, os lubrificantes continuam a ter papel estrat\u00e9gico, acompanhando a inova\u00e7\u00e3o e garantindo que a efici\u00eancia e a durabilidade sigam no centro da engenharia automotiva\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>J\u00e1 a coordenadora do simp\u00f3sio, Fernanda Ribeiro, destacou o car\u00e1ter t\u00e9cnico e colaborativo do encontro, que se consolida como o principal f\u00f3rum da \u00e1rea na Am\u00e9rica Latina. \u201cO simp\u00f3sio reafirma o compromisso da AEA com a sustentabilidade, ao reunir ind\u00fastria, academia e governo para responder aos desafios contempor\u00e2neos da engenharia automotiva. Sustentabilidade, eletrifica\u00e7\u00e3o, digitaliza\u00e7\u00e3o e lubrifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o pilares complementares que impulsionam a efici\u00eancia e a durabilidade dos sistemas\u201d, completou.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o 1 foi dedicada ao tema \u201cSustentabilidade na Cadeia Automotiva\u201d e trouxe no primeiro painel o tema \u201cCarbono neutro na pr\u00e1tica: avalia\u00e7\u00e3o do ciclo de vida de componentes e lubrificantes\u201d, apresentado por Marco Garcia, da Scania, destacou a import\u00e2ncia de uma vis\u00e3o integrada da sustentabilidade automotiva. A palestra mostrou que alcan\u00e7ar a neutralidade de carbono exige analisar todo o ciclo de vida dos produtos \u2014 da origem das mat\u00e9rias-primas ao uso e \u00e0 reciclagem \u2014 e que os lubrificantes t\u00eam papel essencial nesse processo, por influenciarem diretamente a efici\u00eancia energ\u00e9tica e a durabilidade dos sistemas.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, Carolina Laguna Pimenta, da Lwart, apresentou o tema \u201cRerrefino e suas contribui\u00e7\u00f5es para o segmento automotivo\u201d, destacando o papel da economia circular como solu\u00e7\u00e3o concreta e j\u00e1 dispon\u00edvel para a descarboniza\u00e7\u00e3o do setor. A palestrante ressaltou que o rerrefino \u00e9 um processo altamente eficiente e de baixo impacto ambiental, capaz de gerar \u00f3leos b\u00e1sicos com desempenho comprovado e pegada de carbono 77% menor em rela\u00e7\u00e3o ao \u00f3leo de primeiro refino. O Brasil, terceiro maior produtor mundial de \u00f3leo rerrefinado, vem se consolidando como refer\u00eancia tecnol\u00f3gica nessa \u00e1rea. Segundo Carolina, o sucesso do modelo depende do fortalecimento da cadeia de coleta, do uso de tecnologias avan\u00e7adas e do engajamento de toda a ind\u00fastria automotiva \u2014 de fabricantes de lubrificantes a montadoras \u2014 na ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas circulares e sustent\u00e1veis.<\/p>\n<p>Keurrie Goes, da Transpetro, exp\u00f4s como implementar ESG em grandes empresas. A executiva enfatizou que a agenda ESG deve ser tratada como uma necessidade estrat\u00e9gica e n\u00e3o como tend\u00eancia passageira, destacando o impacto direto das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas sobre as opera\u00e7\u00f5es corporativas e sobre as pessoas. Compartilhando experi\u00eancias vividas durante as enchentes no Rio Grande do Sul, Keurrie ilustrou como eventos clim\u00e1ticos extremos testam a resili\u00eancia das empresas e a import\u00e2ncia de integrar ambiente, sociedade e governan\u00e7a na gest\u00e3o de riscos. Ela tamb\u00e9m refor\u00e7ou que a diversidade nos espa\u00e7os de decis\u00e3o \u00e9 essencial para acelerar avan\u00e7os reais e que as metas de sustentabilidade devem estar vinculadas aos indicadores de desempenho e de remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel, garantindo que o ESG esteja efetivamente incorporado \u00e0 estrat\u00e9gia de neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o 2 \u2013 \u201cIntelig\u00eancia Artificial e Digitaliza\u00e7\u00e3o\u201d come\u00e7ou com a palestra de Iago Castro, da Vibra Energia, que falou sobre Ind\u00fastria 4.0 e digitaliza\u00e7\u00e3o na cadeia automotiva. Ele destacou como a integra\u00e7\u00e3o de dados, automa\u00e7\u00e3o e intelig\u00eancia artificial vem transformando a efici\u00eancia operacional e a seguran\u00e7a industrial e detalhou a implementa\u00e7\u00e3o de um sistema de comunica\u00e7\u00e3o machine-to-machine, no qual as m\u00e1quinas trocam informa\u00e7\u00f5es em tempo real para otimizar processos, reduzir falhas e antecipar paradas n\u00e3o programadas.<\/p>\n<p>Fechando a sess\u00e3o 2 e a parte da manh\u00e3, Leonardo Giglio, da I+T, falou sobre \u201cMedi\u00e7\u00e3o On-line de Consumo de \u00d3leo Lubrificante em Motores de Combust\u00e3o\u201d. A apresenta\u00e7\u00e3o mostrou uma nova tecnologia de medi\u00e7\u00e3o baseada em espectrometria de massa, capaz de detectar com alt\u00edssima precis\u00e3o o consumo de \u00f3leo lubrificante em motores durante testes. Diferente do m\u00e9todo tradicional por pesagem \u2014 lento, caro e limitado a condi\u00e7\u00f5es estacion\u00e1rias \u2014 o equipamento realiza a medi\u00e7\u00e3o em tempo real, segundo a segundo, inclusive em ciclos transientes, que s\u00e3o os que mais se aproximam das condi\u00e7\u00f5es reais de opera\u00e7\u00e3o. Isso permite n\u00e3o apenas reduzir tempo e custo de testes, mas gerar dados de qualidade laboratorial que ajudam a identificar exatamente em quais pontos e regimes o motor est\u00e1 queimando \u00f3leo.<\/p>\n<p>Abrindo a parte da tarde e a sess\u00e3o 3, que tratou de \u201cEletrifica\u00e7\u00e3o Veicular: Panorama e Fluidos Funcionais\u201d, Everton Lopes, da Mahle, trouxe um panorama da eletrifica\u00e7\u00e3o automotiva no Brasil e no mundo. Em sua apresenta\u00e7\u00e3o, Everton discorreu fatos como o de que, embora o tema de emiss\u00f5es muitas vezes esteja concentrado nos transportes, ele representa apenas 14% da emiss\u00e3o de CO\u2082 do Brasil. Ainda assim, o pa\u00eds participa do esfor\u00e7o global de redu\u00e7\u00e3o de CO\u2082 e precisa lidar com a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica em um cen\u00e1rio onde a infraestrutura, a matriz energ\u00e9tica j\u00e1 renov\u00e1vel e o perfil econ\u00f4mico diferem do hemisf\u00e9rio norte. Essa assimetria explica por que a eletrifica\u00e7\u00e3o plena ocorrer\u00e1 primeiro nos pa\u00edses desenvolvidos, enquanto o sul global seguir\u00e1 com diversidade tecnol\u00f3gica: el\u00e9tricos onde faz sentido, h\u00edbridos como solu\u00e7\u00e3o de transi\u00e7\u00e3o, e combust\u00edveis renov\u00e1veis nos segmentos de maior demanda energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Dentro dessa transforma\u00e7\u00e3o, ganha relev\u00e2ncia um tema pouco discutido fora do ambiente t\u00e9cnico: o papel dos fluidos. De acordo com Everton, eles continuam essenciais, mesmo em ve\u00edculos eletrificados, porque a gest\u00e3o t\u00e9rmica \u00e9 determinante para efici\u00eancia, autonomia, seguran\u00e7a e vida \u00fatil das baterias e componentes eletr\u00f4nicos. Ao mesmo tempo, o crescimento dos h\u00edbridos reacende a necessidade de solu\u00e7\u00f5es avan\u00e7adas para motores a combust\u00e3o integrados a sistemas el\u00e9tricos, o que aumenta a complexidade tecnol\u00f3gica e a demanda por novos tipos de flu\u00eddos especializados. Ou seja, a transi\u00e7\u00e3o n\u00e3o elimina o setor, mas o transforma: exige produtos mais t\u00e9cnicos, sustent\u00e1veis e adequados \u00e0 multiplicidade de plataformas que o futuro da mobilidade j\u00e1 est\u00e1 consolidando.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, Paulo Berto, da Iconic, falou como a eletrifica\u00e7\u00e3o mudou o papel dos fluidos do carro, deixando de ser \u201capenas fluido de radiador\u201d e passando a ser respons\u00e1veis pela seguran\u00e7a do sistema el\u00e9trico. Isso porque, no ve\u00edculo el\u00e9trico ou h\u00edbrido, esse fluido circula em \u00e1reas que ficam muito pr\u00f3ximas de cabos, baterias e inversores. Se o fluido \u201cconduz eletricidade\u201d, como acontece com os fluidos tradicionais, qualquer vazamento ou dano no sistema pode virar risco de curto-circuito e at\u00e9 inc\u00eandio. Por isso, est\u00e3o surgindo novos padr\u00f5es, como os da China, que exigem fluidos especiais que n\u00e3o conduzam eletricidade, justamente para evitar esse tipo de acidente.<\/p>\n<p>Na \u00faltima palestra da sess\u00e3o 3, Leandro Benvenutti, da Infineum, destacou o papel dos lubrificantes especializados no avan\u00e7o da eletrifica\u00e7\u00e3o automotiva. O palestrante explicou que, embora os ve\u00edculos el\u00e9tricos j\u00e1 apresentem n\u00edveis de efici\u00eancia superiores, ainda h\u00e1 espa\u00e7o para otimiza\u00e7\u00e3o, especialmente nos sistemas de propuls\u00e3o integrados (Electrical Drive Units), onde o mesmo fluido \u00e9 respons\u00e1vel por lubrificar e refrigerar componentes de alta rota\u00e7\u00e3o e tens\u00e3o. Benvenutti mostrou resultados de testes que comprovaram ganhos de at\u00e9 1,5% em efici\u00eancia energ\u00e9tica e excelente desempenho em durabilidade, com resist\u00eancia a desgaste mesmo em condi\u00e7\u00f5es extremas. Segundo ele, o desenvolvimento de fluidos de baix\u00edssima viscosidade e alta estabilidade t\u00e9rmica ser\u00e1 decisivo para garantir maior autonomia, seguran\u00e7a e vida \u00fatil dos sistemas el\u00e9tricos.<\/p>\n<p>A \u00faltima parte do simp\u00f3sio foi dedicada ao tema \u201cFluidos e Lubrificantes: Desafios e Oportunidades\u201d, com duas palestras e um debate. O primeiro a falar foi Marcus Vercelino, da Lubrizol, com o tema \u201cTend\u00eancias e desafios no desenvolvimento das novas categorias: PC-12\u201d, que focou nas pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es de lubrificantes para motores pesados. Vercelino contextualizou a cria\u00e7\u00e3o da categoria PC-12, que suceder\u00e1 as atuais CK-4 e FA-4, destacando seu alinhamento com as futuras normas de emiss\u00f5es Euro 7 e EPA 2027, que exigem n\u00edveis ainda mais baixos de NOx, CO\u2082 e material particulado. A nova formula\u00e7\u00e3o demandar\u00e1 \u00f3leos de menor viscosidade, maior estabilidade e menor teor de cinzas sulfatadas, f\u00f3sforo e enxofre, sem comprometer a durabilidade e a prote\u00e7\u00e3o dos motores. Vercelino tamb\u00e9m alertou para o uso incorreto de lubrificantes no Brasil \u2014 onde grande parte da frota ainda opera com produtos acima dos limites recomendados \u2014 e refor\u00e7ou que o avan\u00e7o tecnol\u00f3gico da ind\u00fastria \u00e9 essencial para garantir efici\u00eancia energ\u00e9tica, redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es e maior vida \u00fatil dos ve\u00edculos comerciais e agr\u00edcolas.<\/p>\n<p>Para fechar o bloco de palestras, Charles Assun\u00e7\u00e3o, da Petrobras, apresentou o tema \u201cInflu\u00eancia do Etanol na Corrosividade de \u00d3leos Lubrificantes de Motor GDI Flex Fuel\u201d, destacando os impactos do aumento do teor de etanol na gasolina brasileira. O especialista mostrou que, embora o etanol traga ganhos ambientais, seu uso em maiores concentra\u00e7\u00f5es pode elevar a corrosividade e afetar a viscosidade dos lubrificantes, especialmente em motores com inje\u00e7\u00e3o direta. O estudo refor\u00e7a a import\u00e2ncia de desenvolver novos aditivos e m\u00e9todos de ensaio espec\u00edficos para o cen\u00e1rio brasileiro, garantindo o desempenho e a durabilidade dos motores flex.<\/p>\n<p>O XVIII Simp\u00f3sio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos terminou com um debate com um representante de cada uma das quatro sess\u00f5es do evento. Everton Lopes, da Mahle, representando o tema Eletrifica\u00e7\u00e3o Veicular; Leonardo Giglio, palestrante da sess\u00e3o Digitaliza\u00e7\u00e3o e IA; Marco Garcia, do tema Sustentabilidade e Marcus Vercelino, de Fluidos e Lubrificantes. A media\u00e7\u00e3o ficou a cargo de Margareth Carvalho, da Infineum.<\/p>\n<p>Divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nTextofinal de Comunica\u00e7\u00e3o Integrada<br \/>\nTel.: (11) 99940.7906<br \/>\ntextofinal@textofinal.com<br \/>\nKoichiro Matsuo \u2013 k.matsuo@textofinal.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Evento da AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, ocorrido nesta quarta-feira, 22 de outubro, destaca sustentabilidade, eletrifica\u00e7\u00e3o, digitaliza\u00e7\u00e3o e lubrifica\u00e7\u00e3o como pilares da transforma\u00e7\u00e3o automotiva. 24\/10\/2025 \u2013 Em um momento de transforma\u00e7\u00f5es profundas na mobilidade, o XVIII Simp\u00f3sio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos, promovido pela AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva, reuniu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":5152,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-5151","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5151","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5151"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5151\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5153,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5151\/revisions\/5153"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5152"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5151"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5151"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5151"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}