{"id":4722,"date":"2025-05-19T13:56:17","date_gmt":"2025-05-19T16:56:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/?p=4722"},"modified":"2025-05-19T14:01:11","modified_gmt":"2025-05-19T17:01:11","slug":"em-seminario-aea-lanca-white-paper-cybersecurity-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/destaques\/em-seminario-aea-lanca-white-paper-cybersecurity-2025","title":{"rendered":"Em semin\u00e1rio, AEA lan\u00e7a White Paper Cybersecurity 2025"},"content":{"rendered":"<p>\u2022 O documento, desenvolvido pela Comiss\u00e3o T\u00e9cnica de Eletroeletr\u00f4nica da AEA, tem como objetivo promover um entendimento comum sobre o tema da ciberseguran\u00e7a veicular e subsidiar discuss\u00f5es no contexto do mercado brasileiro.<\/p>\n<p>19\/05\/2025 \u2013 O avan\u00e7o da conectividade, da intelig\u00eancia artificial e dos sistemas embarcados t\u00eam transformado os ve\u00edculos em verdadeiros computadores sobre rodas e, com isso, a necessidade de proteger esses sistemas contra invas\u00f5es e altera\u00e7\u00f5es se tornou uma prioridade estrat\u00e9gica para a ind\u00fastria automotiva. Com esse pano de fundo, a AEA \u2013 Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva realizou, na \u00faltima quinta-feira, 15 de maio, no audit\u00f3rio da UNIP Vila Clementino, em S\u00e3o Paulo, o Semin\u00e1rio AEA de Seguran\u00e7a e Conectividade, evento marcado pelo lan\u00e7amento do White Paper Cybersecurity 2025.<\/p>\n<p>Tecnologia a servi\u00e7o da vida &#8211; Com o tema \u201cTecnologias de Conectividade e Seguran\u00e7a Veicular a Servi\u00e7o da Vida\u201d, o evento reuniu especialistas da ind\u00fastria automotiva para debater como a conectividade, a intelig\u00eancia artificial e outras tecnologias emergentes est\u00e3o moldando o futuro da mobilidade com foco na preserva\u00e7\u00e3o de vidas e na seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p>Na abertura, Everton Lopes, vice-presidente da AEA, ressaltou que a conectividade deixou de ser algo distante e hoje est\u00e1 no centro da estrat\u00e9gia das empresas, da ind\u00fastria e das regulamenta\u00e7\u00f5es. \u201cVe\u00edculos que se comunicam entre si, com o ambiente e com os usu\u00e1rios representam grandes desafios, mas tamb\u00e9m oportunidades extraordin\u00e1rias. Esses debates s\u00e3o essenciais para que possamos construir propostas de regulamenta\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas, aplic\u00e1veis e capazes de reduzir acidentes e salvar vidas\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>J\u00e1 Hilton Spiler, diretor de Seguran\u00e7a Veicular da AEA e um dos coordenadores do semin\u00e1rio, lembrou que o dia 17 de maio \u00e9 celebrado como o Dia Mundial da Internet, tecnologia que revolucionou a forma como pessoas e objetos se conectam. Ele destacou a import\u00e2ncia do evento para refletir sobre os avan\u00e7os conquistados e os desafios ainda pela frente: \u201cPercorremos um longo caminho, mas temos muito a fazer. A AEA, com mais de 40 anos de atua\u00e7\u00e3o, mant\u00e9m seu compromisso de fomentar discuss\u00f5es relevantes para o futuro da mobilidade.\u201d<\/p>\n<p>O circuito de palestras come\u00e7ou com Jo\u00e3o Carvalho, engenheiro do ETAS, fornecedor de solu\u00e7\u00f5es de software para a ind\u00fastria automotiva, que apresentou os principais destaques do White Paper Cibersecurity 2025. O documento foi elaborado de forma colaborativa, com divis\u00e3o de cap\u00edtulos entre autores, discuss\u00f5es em grupo e participa\u00e7\u00e3o de especialistas convidados em temas como infraestrutura segura, pentesting e seguran\u00e7a de sistemas embarcados.<\/p>\n<p>O estudo resgata a trajet\u00f3ria da ciberseguran\u00e7a desde os primeiros v\u00edrus computacionais at\u00e9 os desafios contempor\u00e2neos de prote\u00e7\u00e3o dos ve\u00edculos conectados, automatizados e definidos por software (os chamados Software-Defined Vehicles \u2013 SDVs). Em um cen\u00e1rio no qual autom\u00f3veis possuem milh\u00f5es de linhas de c\u00f3digo e m\u00faltiplas interfaces com o ambiente externo, garantir a seguran\u00e7a digital se torna t\u00e3o importante quanto assegurar o funcionamento mec\u00e2nico.<\/p>\n<p>Entre os principais pontos do documento, destaca-se a diferencia\u00e7\u00e3o entre seguran\u00e7a cibern\u00e9tica e seguran\u00e7a funcional \u2014 dois conceitos distintos, mas complementares:<br \/>\n\u2022 A seguran\u00e7a cibern\u00e9tica trata de amea\u00e7as intencionais, como ataques planejados por indiv\u00edduos ou grupos. O foco est\u00e1 em entender quem representa o risco, suas motiva\u00e7\u00f5es e impactos. Busca-se garantir a confidencialidade, integridade e autenticidade dos dados.<br \/>\n\u2022 J\u00e1 a seguran\u00e7a funcional aborda falhas n\u00e3o intencionais dos sistemas el\u00e9tricos e eletr\u00f4nicos. Avalia como essas falhas ocorrem e seus impactos, com o objetivo de assegurar a integridade e consist\u00eancia do funcionamento dos sistemas.<br \/>\nO White Paper Cybersecurity 2025 tamb\u00e9m analisa regulamenta\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais j\u00e1 em vigor, os impactos dessas implementa\u00e7\u00f5es em outros mercados e os desafios a serem enfrentados no Brasil.<\/p>\n<p>Na segunda palestra do dia, o engenheiro de Produto S\u00eanior da Harman, Flavio Lira, apresentou solu\u00e7\u00f5es que utilizam c\u00e2meras e sensores internos para monitorar o comportamento de motoristas e ocupantes. Distra\u00e7\u00f5es como uso do celular, cansa\u00e7o e estresse afetam diretamente a aten\u00e7\u00e3o ao volante. Para lidar com esses fatores, c\u00e2meras internas detectam o rosto do condutor, sua frequ\u00eancia card\u00edaca, posi\u00e7\u00e3o da cabe\u00e7a e padr\u00e3o respirat\u00f3rio, permitindo avaliar seu n\u00edvel de aten\u00e7\u00e3o e estado emocional com base no modelo de Paul Ekman, que identifica express\u00f5es como raiva, medo, surpresa e tristeza.<\/p>\n<p>Sensores de ultrassom tamb\u00e9m auxiliam na identifica\u00e7\u00e3o dos ocupantes, detectando, por exemplo, a presen\u00e7a de crian\u00e7as ou animais esquecidos no ve\u00edculo. As informa\u00e7\u00f5es coletadas permitem que o sistema envie alertas e feedbacks ao motorista, promovendo maior seguran\u00e7a dentro do carro.<\/p>\n<p>J\u00e1 o diretor de pesquisa da Facens, Roberto Silva Netto, apresentou o projeto Conecta 2030, voltado \u00e0 seguran\u00e7a de pedestres por meio da conectividade veicular. A motiva\u00e7\u00e3o para o projeto surgiu diante do crescente n\u00famero de atropelamentos, inclusive em faixas de pedestres, muitas vezes causados por falta de visibilidade ou aten\u00e7\u00e3o dos motoristas e pedestres.<\/p>\n<p>A proposta \u00e9 criar um ecossistema conectado e cooperativo capaz de detectar usu\u00e1rios vulner\u00e1veis nas vias, utilizando tecnologias como 5G, C-V2X e g\u00eameo digital. Com base no campus da Facens, o projeto desenvolve um ambiente de realidade mista, simulando situa\u00e7\u00f5es de risco sem expor pessoas a perigo real.<\/p>\n<p>A infraestrutura inclui Mobile Edge Computing (MEC), que permite o processamento r\u00e1pido de dados para respostas quase em tempo real, al\u00e9m de sensores e comunica\u00e7\u00e3o veicular para identificar a presen\u00e7a de pedestres. Como destacou Silva Netto, a meta \u00e9 \u201cfazer com que a cidade veja e o carro fale\u201d, promovendo mais seguran\u00e7a nas ruas e rodovias.<\/p>\n<p>O \u00faltimo conte\u00fado da manh\u00e3 ficou a cargo de Leimar Mafort, gerente de Engenharia da Bosch, que apresentou as aplica\u00e7\u00f5es da tecnologia Ultra Wide Band (UWB) para sistemas de acesso veicular.<\/p>\n<p>Com previs\u00e3o de que, em 2025, mais da metade dos ve\u00edculos brasileiros tenha algum tipo de acesso por r\u00e1dio, o destaque \u00e9 para o uso do smartphone como chave digital. A tecnologia UWB permite acesso seguro e passivo ao ve\u00edculo, sem necessidade de a\u00e7\u00f5es do motorista, e ainda possibilita o compartilhamento da chave com outras pessoas, com configura\u00e7\u00f5es personalizadas. Al\u00e9m disso, o UWB oferece localiza\u00e7\u00e3o precisa, pode ser integrado a sistemas de detec\u00e7\u00e3o de presen\u00e7a e representa uma evolu\u00e7\u00e3o natural dos sistemas atuais baseados em antenas. A tend\u00eancia \u00e9 que a chave digital se torne padr\u00e3o global, com apoio das OEMs, fabricantes de smartphones e iniciativas como o Car Connectivity Consortium.<\/p>\n<p>A parte da tarde foi inaugurada com o Major Muniz, do Corpo de Bombeiros do Estado de S\u00e3o Paulo, trazendo um panorama do sistema eCall (chamada autom\u00e1tica de emerg\u00eancia). Segundo ele, o Brasil est\u00e1 avan\u00e7ando na ado\u00e7\u00e3o desse sistema, seguindo modelos internacionais como o europeu. Recentemente, o Projeto de Lei n\u00ba 217\/2024 prop\u00f4s a obrigatoriedade do eCall em ve\u00edculos novos, vinculando seu acionamento aos Corpos de Bombeiros Militares estaduais. O sistema promete agilizar o resgate em acidentes ao transmitir dados como localiza\u00e7\u00e3o e tipo de colis\u00e3o, mas enfrenta desafios como a adapta\u00e7\u00e3o da infraestrutura de emerg\u00eancia e a padroniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica.<\/p>\n<p>Se aprovado, o PL 217\/2024 colocar\u00e1 o pa\u00eds no mesmo patamar de na\u00e7\u00f5es como os da Uni\u00e3o Europeia, onde o eCall j\u00e1 salvou milhares de vidas desde 2018. A experi\u00eancia internacional serve de modelo, mas a adapta\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade brasileira ser\u00e1 essencial para o sucesso do sistema.<\/p>\n<p>A palestra de Emerson Batagini, engenheiro s\u00eanior da Bosch, abordou a evolu\u00e7\u00e3o dos sistemas de frenagem, destacando desde os m\u00e9todos rudimentares, como os freios por sapata em carro\u00e7as, at\u00e9 os sistemas modernos com atua\u00e7\u00e3o eletr\u00f4nica. O controle eletr\u00f4nico de estabilidade, que completa 30 anos e se tornou obrigat\u00f3rio no Brasil a partir de 2024 para ve\u00edculos leves e 2025 para pesados, foi um dos marcos mencionados. Tecnologias como ABS, ESP e assistentes de partida em rampa foram apresentadas como exemplos do avan\u00e7o que salvam vidas no uso cotidiano.<\/p>\n<p>Entre as tend\u00eancias, Batagini apontou freios com atua\u00e7\u00e3o el\u00e9trica sem fluido, integra\u00e7\u00e3o com sistemas de dire\u00e7\u00e3o e novos requisitos voltados a ve\u00edculos eletrificados. Al\u00e9m disso, a ciberseguran\u00e7a passa a ser um requisito essencial, com os freios baseados em software. A conclus\u00e3o refor\u00e7a a import\u00e2ncia da frenagem segura como pilar central da evolu\u00e7\u00e3o automotiva: \u201cmelhor do que acelerar \u00e9 poder parar em seguran\u00e7a\u201d.<\/p>\n<p>Seguindo no tema de frenagem, Felipe Villasboas, gerente de Engenharia El\u00e9trica e Eletr\u00f4nica da General Motors, destacou a import\u00e2ncia da frenagem autom\u00e1tica de emerg\u00eancia (AEB) como parte dos sistemas avan\u00e7ados de assist\u00eancia ao condutor (ADAS). O AEB atua como um recurso de emerg\u00eancia que assume o controle do ve\u00edculo para evitar colis\u00f5es, especialmente quando o motorista n\u00e3o reage a tempo. Apesar de n\u00e3o se tratar de um sistema aut\u00f4nomo, o AEB exige tecnologias robustas como sensores de radar, c\u00e2meras e, futuramente, a fus\u00e3o com lidars (radares com tecnologia a laser), o que permite melhorar a resposta em condi\u00e7\u00f5es adversas e em velocidades mais altas.<\/p>\n<p>Villasboas ressaltou os desafios t\u00e9cnicos enfrentados, como detec\u00e7\u00e3o de objetos irregulares e interfer\u00eancias causadas por condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas e ilumina\u00e7\u00e3o. O caminho para um AEB mais eficiente, segundo ele, est\u00e1 na combina\u00e7\u00e3o de sensores (radar + c\u00e2mera), elevando a precis\u00e3o e confiabilidade do sistema \u2014 conhecido como Enhanced AEB.<\/p>\n<p>Fechando o dia tivemos Leonardo Giglio, diretor executivo da Humanetics para a Am\u00e9rica Latina, maior fabricante do mundo de Anthropomorfic Test Devices (ATDs), como s\u00e3o chamados os bonecos de crash test.<\/p>\n<p>Giglio tratou da evolu\u00e7\u00e3o dos ATDs, que est\u00e3o acompanhando, por sua vez, as atualiza\u00e7\u00f5es na seguran\u00e7a veicular, saindo do foco exclusivo em les\u00f5es mais simples e frequentes \u2014 como fraturas de costela, f\u00eamur e traumas cranianos \u2014 para enfrentar ferimentos mais complexos e menos vis\u00edveis, como les\u00f5es tor\u00e1cicas severas, fraturas de tornozelo e de acet\u00e1bulo.<\/p>\n<p>Esse avan\u00e7o exige a supera\u00e7\u00e3o das limita\u00e7\u00f5es dos antigos ATDs, que na d\u00e9cada de 1970 tinham 10 canais para coletas de dados e hoje possuem 155. A ind\u00fastria j\u00e1 ultrapassou os testes com barreiras r\u00edgidas \u00fanicas e agora trabalha com simula\u00e7\u00f5es mais completas e adaptadas \u00e0 realidade, buscando reduzir drasticamente os n\u00edveis de les\u00f5es.<\/p>\n<p>Hoje, os esfor\u00e7os se concentram em desafios, como a biofidelidade dos ATDs, ou seja, de torn\u00e1-los cada vez mais parecidos com o corpo humano, al\u00e9m da diversidade dos modelos, o que contribui para garantir equidade de g\u00eanero na avalia\u00e7\u00e3o de riscos, proteger adequadamente pessoas idosas e testar ve\u00edculos considerando diferentes posi\u00e7\u00f5es de assento, uma vez que, segundo Leonardo, os ve\u00edculos aut\u00f4nomos n\u00edvel 5 s\u00e3o uma quest\u00e3o de tempo. O executivo ainda trouxe um roadmap com iniciativas e desafios para alcan\u00e7ar a Vis\u00e3o Zero: um cen\u00e1rio sem mortes no tr\u00e2nsito at\u00e9 2050, o que exige melhorias cont\u00ednuas em tecnologia, regulamenta\u00e7\u00e3o e design, indo al\u00e9m das solu\u00e7\u00f5es \u00f3bvias e enfrentando as camadas mais complexas da seguran\u00e7a veicular.<\/p>\n<p>Divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nTextofinal de Comunica\u00e7\u00e3o Integrada<br \/>\nTel.: (011) 3849-8633 \u2013 textofinal@textofinal.com<br \/>\nKoichiro Matsuo \u2013 k.matsuo@textofinal.com<br \/>\nJuliana Sih \u2013 juliana@textofinal.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2022 O documento, desenvolvido pela Comiss\u00e3o T\u00e9cnica de Eletroeletr\u00f4nica da AEA, tem como objetivo promover um entendimento comum sobre o tema da ciberseguran\u00e7a veicular e subsidiar discuss\u00f5es no contexto do mercado brasileiro. 19\/05\/2025 \u2013 O avan\u00e7o da conectividade, da intelig\u00eancia artificial e dos sistemas embarcados t\u00eam transformado os ve\u00edculos em verdadeiros computadores sobre rodas e, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4726,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-4722","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4722","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4722"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4722\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4724,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4722\/revisions\/4724"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4726"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4722"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4722"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4722"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}