{"id":4645,"date":"2025-04-22T15:23:50","date_gmt":"2025-04-22T18:23:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/?p=4645"},"modified":"2025-04-22T15:23:50","modified_gmt":"2025-04-22T18:23:50","slug":"descarbonizacao-envolve-conjunto-de-iniciativas-do-poder-publico-ao-esforco-da-engenharia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/destaques\/descarbonizacao-envolve-conjunto-de-iniciativas-do-poder-publico-ao-esforco-da-engenharia","title":{"rendered":"Descarboniza\u00e7\u00e3o envolve conjunto de iniciativas, do poder p\u00fablico ao esfor\u00e7o da engenharia"},"content":{"rendered":"<p>\u2022 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, Emiss\u00f5es e Combust\u00edveis da AEA reuniu estudos e a\u00e7\u00f5es que encaminham um futuro menos poluente<\/p>\n<p>22\/04\/2025 \u2013 A AEA &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenheiros Automotivos abriu o calend\u00e1rio oficial de eventos de 2025 com o Simp\u00f3sio de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, Emiss\u00f5es e Combust\u00edveis. Em sua 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o, sob o tema \u201cSedimentar o futuro com um olhar cr\u00edtico ao passado\u201d, o encontro revelou status do andamento de trabalhos que direcionam metas de descarboniza\u00e7\u00e3o, motivados por regulamenta\u00e7\u00f5es cada vez mais exigentes.<\/p>\n<p>Henry Joseph Junior, diretor de Sustentabilidade e Parcerias Estrat\u00e9gicas e Institucionais da Anfavea &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Nacional dos Fabricantes de Ve\u00edculos Automotores, trouxe para p\u00fablico retrato da forma\u00e7\u00e3o da frota de ve\u00edculos leves no Pa\u00eds com as mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas ao longo tempo para, a partir dele, sinalizar os pr\u00f3ximos desafios da engenharia.<\/p>\n<p>Em universo no qual predominam os motores flex fuel e impulsionado por exig\u00eancias mais r\u00edgidas para obter maior efici\u00eancia energ\u00e9tica e seguran\u00e7a de recentes pol\u00edticas industriais, como o Inovar-Auto e o Rota 2030, novos compromissos se avizinham. \u201cChegamos em um momento importante que, mais uma vez, resultar\u00e1 em mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas e do perfil da frota\u201d, resumiu o representante da Anfavea.<\/p>\n<p>Segundo Joseph Jr., o Proconve, o Programa Mover e as pr\u00f3ximas resolu\u00e7\u00f5es do Conselho Nacional de Tr\u00e2nsito (Contran) colocam em pauta requisitos ainda mais rigorosos para cumprir as metas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es e o aumento de recursos de seguran\u00e7a na produ\u00e7\u00e3o das fabricantes.<\/p>\n<p>Renova\u00e7\u00e3o \u00e9 urgente, mas n\u00e3o sai do papel &#8211; Se de um lado as exig\u00eancias crescem, de outro iniciativa decisiva capaz de acelerar a descarboniza\u00e7\u00e3o custa a sair do papel h\u00e1 d\u00e9cadas. Renova\u00e7\u00e3o da frota de pesados foi o tema abordado por Jos\u00e9 Eduardo Luzzi, do Sindipe\u00e7as &#8211; Sindicato Nacional da Ind\u00fastria de Componentes para Ve\u00edculos Automotores.<\/p>\n<p>Sua apresenta\u00e7\u00e3o promoveu alguma esperan\u00e7a devido a uma coalis\u00e3o entre empresas e entidades de classe que trabalham h\u00e1 12 anos junto com o MDIC &#8211; Minist\u00e9rio de Desenvolvimento da Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio e Servi\u00e7o e a ABDI &#8211; Ag\u00eancia Brasileira de Desenvolvimento Industrial, al\u00e9m da exist\u00eancia de um marco legal baseado na Lei n\u00ba 11.440\/22, no Decreto 11.276\/22 e na Medida Provis\u00f3ria 1.175\/23. \u201cO amparo jur\u00eddico encaminha, mas n\u00e3o efetiva a renova\u00e7\u00e3o da frota.\u201d<\/p>\n<p>Luzzi pontuou a necessidade urgente de um programa de renova\u00e7\u00e3o de frota em n\u00fameros, a come\u00e7ar que da frota circulante de caminh\u00f5es no Brasil, 5% s\u00e3o de pesados, fatia respons\u00e1vel por aproximadamente 53% da emiss\u00e3o de gases de efeitos estufa (GEE) na mobilidade. Segundo levantamento do Sindipe\u00e7as, o cen\u00e1rio piora em fun\u00e7\u00e3o da menor participa\u00e7\u00e3o de caminh\u00f5es com at\u00e9 cinco de anos e aumento dos modelos acima 15 anos, faixa da frota que despejou na atmosfera 64% dos GEE e 75% de material particulado no ano passado.<\/p>\n<p>Para solu\u00e7\u00e3o, o representante do Sindipe\u00e7as apresentou duas poss\u00edveis jornadas. A primeira \u00e9 baseada na recompra do ve\u00edculo pelo governo e subsequente sucateamento do modelo. A segunda, envolve poder p\u00fablico e inciativa privada, na qual n\u00e3o se prev\u00ea somente a retira do caminh\u00e3o das ruas, mas tamb\u00e9m o est\u00edmulo \u00e0 renova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 tamb\u00e9m fundamental incluir no processo a inspe\u00e7\u00e3o veicular, deprecia\u00e7\u00e3o acelerada e cria\u00e7\u00e3o de um ambiente favor\u00e1vel para o cr\u00e9dito. A renda m\u00e9dia mensal de um caminhoneiro aut\u00f4nomo \u00e9 de R$ 10 mil, o que impede um financiamento de R$ 100 mil, por exemplo. Defendo um programa imediato, mesmo que discreto. Ao se tirar 10 ml caminh\u00f5es velhos de circula\u00e7\u00e3o e substitui por mais novos, a efici\u00eancia energ\u00e9tica tamb\u00e9m aumenta\u201d, finalizou Luzzi.<\/p>\n<p>S\u00e3o Paulo avan\u00e7a em redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00f5es &#8211; Um processo de descarboniza\u00e7\u00e3o de frota efetivo, no entanto, encaminha a Prefeitura de S\u00e3o Paulo, ao menos foi o que demonstrou F\u00e1bio Mariano Esp\u00edndola, analista de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Gest\u00e3o Governamental da Secretaria Executiva de Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (SECLIMA).<\/p>\n<p>Programa de Descarboniza\u00e7\u00e3o da Frota de S\u00e3o Paulo mitigar as altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas com ado\u00e7\u00e3o de tecnologias mais limpas no acionamento de \u00f4nibus, caminh\u00f5es de coleta de lixo e ve\u00edculos contratados. \u201cA meta de reduzir em 100% as emiss\u00f5es de GEE e em 90% o material particulado na frota at\u00e9 2028 com base em 2016\u201d, adiantou Sp\u00edndola.<\/p>\n<p>Para isso, a prefeitura paulistana criou o Comit\u00ea Gestor do Programa de Acompanhamento da Substitui\u00e7\u00e3o de Frota por Alternativas mais Limpas (Comfrota). O grupo trabalha nas frentes da eletrifica\u00e7\u00e3o e do uso de combust\u00edveis menos poluentes, como g\u00e1s e biog\u00e1s.<\/p>\n<p>Inicialmente, a meta era contar 2.600 \u00f4nibus el\u00e9tricos na cidade at\u00e9 o fim do ano passado, postergada para 2028 em n\u00famero de 2.300 em virtude da infraestrutura insuficiente. \u201cA alta demanda por alta tens\u00e3o ainda impede carregamento simult\u00e2neo nas garagens, alguns operadores precisariam de subesta\u00e7\u00e3o el\u00e9trica para carregar os \u00f4nibus\u201d, observou Esp\u00edndola.<\/p>\n<p>Uma das sa\u00eddas com prop\u00f3sito de descarbonizar frota, o servidor lembrou que a Prefeitura passar\u00e1 a exigir alternativas, como o uso do g\u00e1s. \u201cVale destacar, que 32 garagens de \u00f4nibus em S\u00e3o Paulo possuem gasoduto na frente e outras 19 a menos de um quil\u00f4metro de dist\u00e2ncia, reduzindo substancialmente a necessidade de investimento em rela\u00e7\u00e3o ao el\u00e9trico\u201d, observou.<\/p>\n<p>Spindola ainda destacou que tamb\u00e9m na coleta de res\u00edduos, a Prefeitura introduzir\u00e1 122 caminh\u00f5es movidos a biog\u00e1s at\u00e9 o fim deste ano. \u201cH\u00e1 capacidade para produzir 7 milh\u00f5es de m\u00b3 de biometano por dia, o que providenciaria uma redu\u00e7\u00e3o de 50% no uso do diesel.\u201d<\/p>\n<p>Descarboniza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 um componente de cidadania &#8211; Acelerar a descarboniza\u00e7\u00e3o \u00e9 a bandeira que Paulo Saldiva, m\u00e9dico do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da USP, defende h\u00e1 d\u00e9cadas. Sua exposi\u00e7\u00e3o trouxe amplo estudo a respeito do impacto que a mudan\u00e7a clim\u00e1tica provoca nas popula\u00e7\u00f5es com risco de morte aumentado com o aumento da temperatura e mais cr\u00edtico em pessoas e regi\u00f5es mais vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>\u201cPercebe-se a necessidade de fazer pol\u00edticas de adapta\u00e7\u00e3o regionalizadas, conforme a morfologia da cidade. S\u00e3o Paulo, por exemplo, est\u00e1 mais adaptada para o frio do que para o calor, ao contr\u00e1rio de Teresina (PI). O fato cient\u00edfico \u00e9 que as mortes ao frio est\u00e3o caindo, mas as ocasionadas pelo calor crescendo\u201d.<\/p>\n<p>Saldiva fez contrapontos sobre a concentra\u00e7\u00e3o de poluentes, em especial no tr\u00e1fego de grandes vias, problema no qual a solu\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 simples. Passa por tecnologias de baixo carbono, mas tamb\u00e9m por altera\u00e7\u00f5es na rotina.<\/p>\n<p>\u201cReorganizar o hor\u00e1rio de trabalho ou reduzir a necessidade de transporte s\u00e3o coisas muito dif\u00edceis de fazer. N\u00e3o se trata, portanto, de uma decis\u00e3o individual, depende de pol\u00edticas p\u00fablicas. Coloco essa quest\u00e3o da polui\u00e7\u00e3o e da redu\u00e7\u00e3o do impacto efeito estufa como de direito. Ou seja, \u00e9 um componente de cidadania\u201d, resumiu.<\/p>\n<p>Ao final das quatro apresenta\u00e7\u00f5es, o primeiro painel contou com uma sess\u00e3o de debates, mediada pela jornalista Cleide Silva.<\/p>\n<p>Efici\u00eancia energ\u00e9tica x taxa de compress\u00e3o &#8211; Na corrida por solu\u00e7\u00f5es de baixas emiss\u00f5es, a engenharia tem participa\u00e7\u00e3o fundamental. A palestra \u201cEvolu\u00e7\u00e3o do combust\u00edvel e oportunidades de melhoria na performance dos powertrains futuros\u201d, proferida por Matheus Ferreira, da Mahle, mostrou caminhos de como aproveitar a Lei do Combust\u00edvel do Futuro para elevar a efici\u00eancia energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Segundo Ferreira, a obrigatoriedade de aumento de etanol na gasolina de 27% (E27) para 30% (E30) entre 2026 e 2034 &#8211; poder\u00e1 alcan\u00e7ar 35% (E35) no ano seguinte -, permitir\u00e1 deixar de emitir 17 milh\u00f5es de toneladas CO2. Depois, a maior propor\u00e7\u00e3o do etanol promover\u00e1 maior octanagem. \u201cCom essa caracter\u00edstica nos permite mexer na taxa de compress\u00e3o dos motores para ser mais eficiente, tanto no consumo quanto na redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o\u201d, pontou.<\/p>\n<p>Para o representante da Mahle, ainda que aumentar a taxa de compress\u00e3o possa surgir questionamentos a respeito da vida \u00fatil, estudos n\u00e3o detectaram dano de componentes. \u201cAo observar o hist\u00f3rico, a taxa de compress\u00e3o vem aumentando, em especial com os motores turbo flex e ainda h\u00e1 espa\u00e7o para evoluir com metas cada vez mais dif\u00edceis de atingir. Uma solu\u00e7\u00e3o imediata \u00e9 adotar recalibra\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Qualidade de combust\u00edvel promove efici\u00eancia &#8211; Na esteira por efici\u00eancia, h\u00e1 tamb\u00e9m a influ\u00eancia da propriedade do combust\u00edvel, tema abordado pelo consultor da Petrobras Rog\u00e9rio Carvalho. Com novas metas de redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o de poluentes e exig\u00eancia de mais efici\u00eancia energ\u00e9tica, al\u00e9m da evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica dos motores, novas formula\u00e7\u00f5es da gasolina precisam ser encontradas.<\/p>\n<p>Carvalho apresentou estudo feito sobre motor turbo GDI Flex da fase L7 a partir de 17 gasolinas E27 experimentais com diferentes octanagens e todas atendendo \u00e0s resolu\u00e7\u00f5es comerciais. Um conjunto de teste avaliou atraso de autoigni\u00e7\u00e3o, desempenho e consumo. \u201cMotores flex precisam de combust\u00edvel de boa qualidade. Pelos testes, \u00e9 a gasolina que tem alta densidade e maior teor de arom\u00e1ticos que apresentou os resultados mais favor\u00e1veis.\u201d<\/p>\n<p>Brasil j\u00e1 monta motocicleta el\u00e9trica &#8211; Dados promissores v\u00eam do segmento de duas rodas. Um retrato do segmento exposto por Eduardo Sambuichi, da Abraciclo &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares mostra que 65% da produ\u00e7\u00e3o nacional de motocicletas s\u00e3o motores flex fuel. \u201cUm desenvolvimento brasileiro e, desde o ano passado, atendendo \u00e0 demanda da \u00cdndia\u201d, destacou.<\/p>\n<p>Sambuichi lembrou que o Programa de Controle da Polui\u00e7\u00e3o do Ar por Motociclos e Ve\u00edculos Similares (Promot), em vigor desde 2003, encontra-se em sua quinta fase. Desde ent\u00e3o, a redu\u00e7\u00e3o de emiss\u00e3o de carbono de motocicletas que sai da linha de montagem foi de 92%. \u201cO Brasil \u00e9 \u00fanico pa\u00eds da Am\u00e9rica Latina alinhado com os limites de poluentes da Europa e dos Estados Unidos.\u201d<\/p>\n<p>O membro da Abraciclo adianta que, a exemplo de autom\u00f3veis, a eletrifica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma tend\u00eancia no setor duas rodas, inclusive com produ\u00e7\u00e3o nacional, como j\u00e1 faz uma montadora no Polo Industrial de Manaus (PIM) ao inserir na linha do polo manauara um scooter 100% el\u00e9trico.<\/p>\n<p>Emiss\u00e3o do po\u00e7o \u00e0 roda de pesados- De maneira pr\u00e1tica, a fim de reverter a curva de emiss\u00e3o de poluentes, Paulo Jorge Santo Antonio, da Mercedes-Benz e diretor de Emiss\u00f5es de Pesados da AEA, apresentou status de trabalho para o segmento de pesados. Demanda do MDIC, em virtude do Programa Mover, traz o desafio para a associa\u00e7\u00e3o estabelecer procedimentos de medi\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de CO2 sob conceito do po\u00e7o \u00e0 roda para, futuramente, ter subs\u00eddios em determinar o ciclo completo, do po\u00e7o ao t\u00famulo.<\/p>\n<p>A AEA se debru\u00e7ara em um mix de mercado e especifica\u00e7\u00f5es de caminh\u00f5es mais representativo da realidade brasileira. Priorizar\u00e1 composi\u00e7\u00f5es de cavalos-mec\u00e2nicos 6&#215;2 e 6&#215;4, fatia que representa mais de 60% no transporte de carga, atrelados a semirreboques com quatro eixo e rodotrens basculantes. \u201cS\u00e3o cinco grupos de trabalho focados em motor, pneus, transmiss\u00e3o, eixos, carga e arrasto aerodin\u00e2mico\u201d, contou Paulo Jorge.<\/p>\n<p>Para o trabalho ser\u00e1 adotada a metodologia VECTO (do ingl\u00eas, Vehicle Energy Consumption Calculation Tool), desenvolvida pela Comiss\u00e3o Europeia para determinar emiss\u00e3o de CO2 e consumo combust\u00edvel em ve\u00edculos pesados. \u201cO plano de trabalho alinhou defini\u00e7\u00f5es, at\u00e9 meados de 2026 teremos uma rota representativa do Pa\u00eds. Tamb\u00e9m est\u00e1 na jornada estudos com o diesel verde, GNV, biodiesel e biometano. \u00c9 um estudo importante para encaminhar a produ\u00e7\u00e3o de pesados em futuro pr\u00f3ximo\u2019.<\/p>\n<p>Aumento de etanol n\u00e3o traz diferen\u00e7as para consumidor &#8211; Enquanto se molda as caracter\u00edsticas do produto para a linha de montagem, j\u00e1 sabe, ao menos, que os pr\u00f3ximos aumentos de etanol na gasolina n\u00e3o far\u00e3o diferen\u00e7a na maior frota circulante de ve\u00edculos leves. Renato Romio, do Instituto Mau\u00e1 de Tecnologia, trouxe para o p\u00fablico do simp\u00f3sio ensaio no qual se avaliou 16 ve\u00edculos leves dos anos 1994 e a 2024, portanto das fases entre L2 e L8, al\u00e9m de 13 motocicletas fabricadas de 2004 a 2004, com uso de gasolina E30.<\/p>\n<p>\u201cCompramos os ve\u00edculos no mercado, portanto, sem o hist\u00f3rico da manuten\u00e7\u00e3o al\u00e9m da que fizemos. Avaliamos dirigibilidade, desempenho e emiss\u00f5es. A conclus\u00e3o \u00e9 que todo o motor flex aceita qualquer propor\u00e7\u00e3o, sem diferen\u00e7as significativas no desempenho e impercept\u00edveis para o consumidor\u201d, finalizou o engenheiro.<\/p>\n<p>A exemplo do primeiro painel, o segundo bloco de palestras tamb\u00e9m contou com uma sess\u00e3o de debates, mediada por Christian Wahnfried, da Bosch.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Divulga\u00e7\u00e3o<br \/>\nTextofinal de Comunica\u00e7\u00e3o Integrada<br \/>\nTel.: (011) 3849-8633 \u2013 textofinal@textofinal.com<br \/>\nKoichiro Matsuo \u2013 k.matsuo@textofinal.com<br \/>\nJuliana Sih \u2013 juliana@textofinal.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u2022 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Simp\u00f3sio de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, Emiss\u00f5es e Combust\u00edveis da AEA reuniu estudos e a\u00e7\u00f5es que encaminham um futuro menos poluente 22\/04\/2025 \u2013 A AEA &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenheiros Automotivos abriu o calend\u00e1rio oficial de eventos de 2025 com o Simp\u00f3sio de Efici\u00eancia Energ\u00e9tica, Emiss\u00f5es e Combust\u00edveis. Em sua 11\u00aa edi\u00e7\u00e3o, sob [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":4646,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[5],"tags":[],"class_list":["post-4645","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaques"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4645","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4645"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4645\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4647,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4645\/revisions\/4647"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4646"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4645"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4645"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4645"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}