{"id":260,"date":"2024-05-13T14:31:59","date_gmt":"2024-05-13T17:31:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.brcriacaodesites.com.br\/aea2024\/?page_id=260"},"modified":"2025-01-06T09:17:24","modified_gmt":"2025-01-06T12:17:24","slug":"historia","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/historia","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da\u00a0Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva \u2013 AEA\u00a0faz parte da hist\u00f3ria da ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira e guarda uma intersec\u00e7\u00e3o com a hist\u00f3ria do etanol e seu uso como combust\u00edvel, bem como sua rela\u00e7\u00e3o com os engenheiros que dedicam suas carreiras ao estudo.<\/p>\n<p>Em 1975, foi criado o Programa Nacional do \u00c1lcool (PROALC\u00d3OL) cujo objetivo era de oferecer uma alternativa energ\u00e9tica em substitui\u00e7\u00e3o aos derivados de petr\u00f3leo. Por se tratar de uma experi\u00eancia de grande porte, \u00fanica no mundo, a STI \u2013 Secretaria Tecnol\u00f3gica Industrial, com o apoio das montadoras de ve\u00edculos, organizou o \u201cI Simp\u00f3sio Internacional de Engenharia Automotiva \u2013 SIMEA\u201d em 1983, em Bras\u00edlia-DF. Nesse I SIMEA, surgiu tamb\u00e9m, proposta pelo Governo, a ideia de criar uma entidade na qual partes que precisam se opor em negocia\u00e7\u00f5es iriam se unir em busca do bem comum, do exerc\u00edcio da cidadania e da inclus\u00e3o da sociedade, de forma mais ampla. Essa proposta foi encampada pela ind\u00fastria, bem como pelos profissionais e pesquisadores relacionados ao setor.<\/p>\n<p>Durante a realiza\u00e7\u00e3o do II SIMEA, em 1984, tamb\u00e9m em Bras\u00edlia \u2013 DF, foi criada a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) com o objetivo de concentrar e difundir as informa\u00e7\u00f5es de maneira independente, e indicar a necessidade de novos trabalhos para a consolida\u00e7\u00e3o do \u00e1lcool combust\u00edvel automotivo.<\/p>\n<p>A partir do primeiro evento, o SIMEA recebeu um forte apoio das montadoras e cresceu n\u00e3o s\u00f3 em p\u00fablico como tamb\u00e9m em participa\u00e7\u00e3o internacional. Essa atividade foi repassada para a rec\u00e9m-nascida AEA com a incumb\u00eancia de preparar o simp\u00f3sio seguinte, que foi realizado no IPT \u2013 Instituto de Pesquisas Tecnol\u00f3gicas, em S\u00e3o Paulo \u2013 SP.<\/p>\n<p>A partir da\u00ed, ao longo destes 40 anos a AEA tem trabalhado para cumprir estes objetivos realizando encontros cont\u00ednuos entre as partes envolvidas atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de comiss\u00f5es t\u00e9cnicas, grupos de trabalho, workshops cursos e eventos. Foram in\u00fameras comiss\u00f5es t\u00e9cnicas que definiram importantes diretrizes que serviram de base para regulamenta\u00e7\u00f5es governamentais. Neste per\u00edodo a AEA realizou mais de 200 eventos de temas relacionados \u00e0 engenharia automotiva como eletroeletr\u00f4nica, seguran\u00e7a veicular, engenharia de combust\u00edveis de lubrificantes, matriz energ\u00e9tica, transportes e acordos internacionais, que j\u00e1 ultrapassaram mais de mil horas de palestras. Na \u00e1rea de cursos todos os treinamentos sempre foram voltados para temas espec\u00edficos da engenharia automotiva, e j\u00e1 treinaram mais de 9.000 profissionais.<\/p>\n<p>Hoje a AEA \u00e9 a principal associa\u00e7\u00e3o 100% nacional totalmente voltada para as quest\u00f5es de engenharia e tecnologia automotiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A hist\u00f3ria da\u00a0Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Engenharia Automotiva \u2013 AEA\u00a0faz parte da hist\u00f3ria da ind\u00fastria automobil\u00edstica brasileira e guarda uma intersec\u00e7\u00e3o com a hist\u00f3ria do etanol e seu uso como combust\u00edvel, bem como sua rela\u00e7\u00e3o com os engenheiros que dedicam suas carreiras ao estudo. Em 1975, foi criado o Programa Nacional do \u00c1lcool (PROALC\u00d3OL) cujo objetivo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"class_list":["post-260","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/260","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=260"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/260\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4454,"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/260\/revisions\/4454"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.aea.org.br\/home\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=260"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}